terça-feira, 20 de outubro de 2020
bem-estar
sábado, 17 de outubro de 2020
quinta-feira, 15 de outubro de 2020
Arte da espera
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
Velho e veloz
sábado, 10 de outubro de 2020
Num sinal de transito por aí
Um pedestre e oráculo nas horas vagas que aguardava para atravessar a avenida do estado (aos quintos com regras para nome próprio) na conturbada e masturbadora cidade de são paulo; fitou-me entre outras dezenas de pessoas e disse:
- O gigante acordou! Ele está prestes a devorar nossas almas. Irá nos poupar o trabalho de ter de voltar ao pó, e ainda assim, um outro esforço de ter de limpar esses restos últimos da existência humana na terra.
Percebi que o devaneio ou desejo, seja lá qual for; era relacionado a um grande asteroide pronto para colidir com nosso planeta.
- Seja bem-vinda, ó grande estrela! Acabe de vez com nossa estupidez e mesquinhez! Faça-nos dizer adeus a Deus; e que ele agora, crie uma nova espécie: mais aterradora ainda do que essa que está por desaparecer (...!)
Estatisticamente
Estamos numa época de mudanças ou, seria mudança de época?!
Os contos de fadas, príncipes e princesas perduram, porém, não mais convencem.
O aspecto evolutivo não está mais por conta da ciência,
acredita-se. As procuras que são constantes, sempre acabaram na metafísica.
" Não deixeis cair em tentação; mais livrai-nos do mal". Qual seria esse
nosso melhor mal?
Agora, nos vendem motivações com data de validade.
Prometem-nos o além-mundo(...) Num mundo conectado; por uma conexão perfeita e
de exclusão. As estatísticas fazem amostragens. Somos bilhões de vidas contadas
- como se fosse um processo distópico e apocalíptico.
Deus e deuses nos servirão de escudos. Seria medo da
verdade? Conhece a ti mesmo, e mantenha-se perdido; torna-te quem tu és, e
tenha a possibilidade da liberdade.
Pelo mais incrível das insistências - nós humanos, ainda
gladiamos - e, deixamos para os animais, seres irracionais; a necessidade de
luta pela sobrevivência.
Até aqui, as linhas parecem confundir. É bem possível e até
provável - como nas estatísticas que nos acompanharão por toda eternidade, até
nossa absolvição.
Portanto, são essas, as poucas linhas que me permitem...
Minha porta já não faz mais vento quando fecha
a vida diz:
uma coisa de cada vez;
não seja urgente demais
E do eco ela retorna: A vida já passou
perdeu seu tempo!]
Fui à praia...
Um forte vento batia, em todas as janelas da pequena casa que vulnerável era diante da força das ondas que quebravam infatigavelmente.
É nesses dias de ressaca do mar, que eu percebera a magnitude do oceano - podendo de forma viril - recuperar minhas vontades...****
((Ouçam o que tenho a dizer!))
NUM SÓ DIA é possível atravessar rios de problemas; enfrentar luxurias da mente; contrapor a existência; amaldiçoar o momento e deflagrar sua ira para o mundo(...) Num outro dia... daqueles em que as nuvens se afastam, é possível arrepender-se
Um coração metafórico
não é uma caixa limitada,
tampouco uma sala ampla
para apenas escolhas afetivas.
Essa figura vermelha e folclórica
de sentido…
tem de utilizar paredes móveis –
se adaptar ao que é aceito
e lá dentro, as coisas se transformarão.
Se algo der errado, um de meus receios
será, com a noite;
com as sombras da madrugada;
com as incertezas e surpresas dos sonhos.
e
durante o dia,
será possível que minha alma se distraia
com as rotinas e imagens...
...sempre acreditei que necessitamos de fibras e educação
Liberdade assistida
disse que antes, tudo era bom!
Ela tinha uma viril empregada chamada Maria,
filha de dona Jandira,
doméstica e neta da mucama Nastácia;
mulheres fortes, trabalhadeiras e benzedeiras.
Maria, podia dormir no quartinho ao lado da lavanderia;
levava as sobras de comida para casa;
ganhava vestimentas
e até panetone no natal.
É, mermão
a coisa já não anda fácil não(...)
Dia desses
Maria foi pedir registro em carteira
pra tia do João.
Não teve jeito não, nega.
Maria, agora, faz faxinas como diarista;
fica pulando e cantarolando de galho em galho,
feito passarinho solto.
Vê se pode isso, brow?!,
ela diz que vai até voltar a estudar.
- Ahhh se a mucama Nastácia visse ou ouvisse isso, não acreditaria
E se...
ler um jornal;
ver as palavras, frases, fotos e fatos de sempre.
Comprarei um maverick v8.
Reformarei uma kombi;
encherei de crianças
e visitaremos feiras literárias, livrarias, sebos e bibliotecas possíveis.
Comerei pastel... muito pastel.
Criarei ovelhas e cabras.
E quem sabe - me transformar num bode
Farei uma lipo no nariz;
pedirei meu passaporte,
tomarei um litro inteiro de Passport,
e irei à china ensinar mandarim ( sic)
Darei gorjetas aos pobres e paupérrimos
não porque é caridade
ou um ser cristão...
mas, porque terei sobras
e com certeza
não me faltarão croissant com vinho.
Não atravessarei filas e sinais vermelhos.
Respeitarei faixas de pedestre
e cruzamentos de vias...
Terei um monitor de 40"
junto dum computador com uns puta teras;
Livros Muitos livros - uns mil... dois mil, terei
Para mim,
todos e todas serão bonitos;
não lindos e lindas, que enjoa.
Socorrerei parentes
e parentes dos meus "parênteses"
Com receio assombroso de perde-los:
abraçarei ainda mais meus amigos e amigas...
Ahhhh!, os verdadeiros amigos,
onde estarão a essa hora (...?)
Discutirei política na língua dos bem sucedidos –
aprenderei: inglês, francês, árabe, guarani e talvez aramaico...
Enfim, serei mais um pobre milionário
à procura da tristeza tentando convence-la a sorrir.
- Então, quais as possibilidades ou probabilidades mesmo?
- Hum... deixa ver... 1 em 50 milhões, creio eu.
- Ah tá!
Imagem rápida, pra não lembrar que pisamos nas flores
Imagina uma guerra civil - confronto armado; toda aquela nossa paz tropical,
de um pais supostamente abençoado' sendo desmascarado; nosso título de povo
amistoso, devolvido; imagina os endinheirados e os desesperados fugindo por mar enfurecido e terras empoeiradas; uma amplitude do desalento e da fome que
muitos já sentiram; imagina o sequestro da liberdade e suas máscaras; imagina
nós, brasileiros, em ruínas: repartindo pão, um pedaço de teto, dividindo a palavra saudades com outras nações, longe das jabuticabas e dos carnavais... imaginem só, antes do ato(...)
Não pertencia aos cocos
Dror, trabalhava entre os cocos há quase
cem anos - metade de sua vida. Quando olhava pela janela avistava os cocos.
Eram árvores lotadas de cocos que balançavam com o vento. Muitos cocos caiam o
tempo todo, e as vezes, despencavam nas cabeças de alguns desavisados.
Toda manhã, durante dias, meses e ao longo
dos anos, Dror, repetia sua rotina - acordava as seis horas da manhã para
trabalhar. No trajeto, que durava vinte minutos, ele, as vezes, sonhava com
lindas dançarinas, porem, elas, insistiam em fazer malabarismos com cocos, o que transformava
o sonho em pesadelo. Seu desjejum, engolido as pressas, era a base dum suco feito com polpa de coco. E, ainda assim, quando lembrava, levava bolachas de coco
para comer na metade da manhã.
No verão, durante a caminhada, cercado pelos dois lados por majestosas palmeiras até o local do almoço, as folhas, faziam a vez de aliviar o estafante calor. No entanto, nos dias de chuvada, essas mesmas folhas já não protegiam tanto assim.
Os chefes, distribuídos no coqueiral,
vinham com ideias do sul asiático, já que não sabiam ao certo onde originou o
coqueiro - preferiam acreditar que mereciam outra cultura.
Cocos nasciam, crescia e eram colhidos; cocos caiam por força da natureza. E assim, o
grande coqueiral já estava ali há pelo menos quatrocentos anos. Os cocos, eram
sempre os mesmos - já as pessoas... algumas delas, evoluíam – outras, se
transformavam em uma espécie de mutação, e assim por diante.
Passados milhares de luas e, Dror, ainda
encontrava-se naquela mesmice. Sem apresentar qualquer sombra de dúvidas -
restavam apenas as sombras das folhas dos coqueiros...
Porem, numa segunda-feira bronca, onde os
cocos seriam normalmente colhidos, Dror, substancialmente sentiu uma vontade de
sonhar: parou embaixo de um coqueiro velho e improdutivo; sentou-se como se a
vida fosse findar em algumas horas - retirou uma caneta do bolso de sua camisa com estampas de cocos;
pegou um pequeno e mal-usado caderno de anotações que deveria ser usado pelo
coqueiral como um "balsamo" nas tempestades de ideias que, por
ventura, poderiam vir a surgir nas cabecinhas ocas dos trabalhadores. palavras
ultimas, dita por um dos chefes num dos momentos de soberba os quais eles todos
faziam questão de dividirem para afagar os egos inflados como um coco gigante.
Em questão de horas, Dror, havia
preenchido todo o caderno com seus sonhos - e o mais incrível - é que nesses
sonhos não haviam nenhum tipo de coco. Então, razoavelmente, ele não poderia
sequer pensar em apresentar aos chefes o que idealizara através de seus
possíveis devaneios (...) Com tudo, naquele inimaginável momento, Dror já não
se preocupava com mais nada, pois, seus maiores sonhos; aqueles que
recusavam-se a passar de dentro para fora, haviam emergido das areias.
Com o caderno em mãos, ele foi até a casa
grande, limpou os pés, tomou sua ultima xícara de água de coco, e sem ao menos
bater na porta da sala onde habitavam os chefes, ele entrou. Ao abrir a porta,
Dror congelou de imediato e seus músculos não responderam por alguns segundos.
O que ele vira, parecia inacreditável para
seus olhos que, com os cocos, habituados estavam. Os chefes estavam todos de
cara colada ao monitor e nem sequer haviam percebido a intromissão do sujeito.
Sobre
uma mesa enorme e redonda, haviam várias garrafas vazias de refrigerante cola,
e ao lado, um freezer com portas de vidro abarrotado de refrigerantes de todas
as possíveis marcas.
Sem ao menos dizer uma palavra e, sequer,
ter dado o tempo para que eles o interrogassem sobre a sua inesperada presença,
Dror, deixou o caderno sobre a mesa junto as garrafas vazias e saiu
apressadamente como se nada tivesse acontecido.
No dia seguinte, após todos esses anos,
Dror não aparecera para seu infortúnio diário, e sequer havia avisado sobre sua
ausência. As faltas se repetiram por vários dias e ninguém sabia de seu
paradeiro. Souberam apenas que ele havia mudado com sua família para longe das
terras dos cocos.
Hoje, o número de coqueiros triplicaram
desde a fuga de Dror, e seu lugar, sua função: fora absolvida por um jovem
aprendiz. Os chefes continuam os mesmos, e ainda se refrescam com refrigerantes
toda tarde de verão, sem falar que durante o inverno, consomem muito chocolate
quente.
Dror, comprou uma banca numa apreciada e
abissal feira do local onde mora; vende todo tipo de frutas, legumes e
verduras; diariamente, ele faz questão de conversar sobre qualquer assunto com
todos seus clientes e donos de bancas vizinhas; ganha pouco mais da metade do
que recebia trabalhando entre os cocos.
Ah, sem esquecer que Dror, adora tomar
refrigerante nas tardes de calor.
Dror: Nome judaico masculino - Significa
Liberdade. Pássaro
Homem Moderno
Na fatídica
noite duma quinta-feira enigmática e fria, onde o vento maltratava as
majestosas palmeiras que enfeitavam a fachada de um monumental prédio, rodeado
de vidros espelhados, no qual se instalara há pouco tempo, uma prestigiada
clínica.
Estranhamente
neste dia, gatos e gnomos atravessavam as ruas revezando-se em perseguições - pra lá e pra cá - era
como se quisessem anunciar algum acontecimento, seguindo um tipo de ritual
(...)
Era meados de
julho, por volta das 20h30, num horário estranho para uma consulta e que eu sequer havia percebido, afinal, estava em férias. Aguardava
por minha vez, todo luminoso e descontraído, ao lado de minha querida esposa,
admirando o gigantesco empreendimento e, totalmente contemplativo pela
formosura dos móveis e no fino acabamento usado naquele refinado consultório.
"- Por
favor, senhor, pode entrar pela porta a minha esquerda", disse a
recepcionista
"- Muito
obrigado" respondi prontamente, dirigindo-me a porta de vidro branca.
"- Boa
noite doutor"
"- Boa
noite Senhor! Como vai? E o que o traz até mim?"
"- Bem
doutor... na verdade... minha mulher, preocupada e atenta em tudo... é que vem insistindo nesta consulta... e cá
estou pra falarmos sobre a vasectomia. Sabe como é... já completei
quarenta... tenho um filho com dezessete anos e, resumindo, depois de muito diálogo, análises e ponderações, decidimos finalmente por não mais ter filhos, e contrariar alguma moral vigente"
"- Senhor, ultimamente utilizamos de muita reflexão e bom senso quanto a essa delicada cirurgia - delicada, num contexto de futuro, digo... e, para quem tem
menos que dois filhos ou, nenhum... para isso, será necessário que...possamos discutir amplamente o assunto "( enfim, nada que pagamento a vista, não possa resolver)
"- Bem
senhor, aproveitando a consulta e já que chegou a tão famosa meia idade, que
tal providenciarmos uns exames preventivos?"
"- É tem
razão. Não vejo problemas" Disse eu imediatamente, pois a consulta havia
sido pago mesmo, e porque não aproveitar uma geral nesta máquina dos anos 70?
Após os exames
básicos de consultório, pediu-me o médico então: "Deite-se, por
favor."
"- Hã...
deitar? Ué... por que?" Disse eu em pensamento.
"- Por
favor, pode baixar a bermuda". Pediu-me o médico assobiando uma musica
estranha que eu já havia escutado... mas naquele momento, não me lembrava
quando nem onde.
"- A cueca
também." Disse ele.
"- A
cueca?, mas... é... bem... é... afinal doutor... qual o problema e por que devo
baixar a cueca?" Disse eu a ele sem pestanejar
"- Então,
vamos aproveitar o ensejo e fazer o exame da próstata!" Afirmou ele,
colocando as luvas e imediatamente apertando um enorme tudo e passando algo
gelatinoso nos dedos. ( Tudo planejado )
"- Mas...
mas... é que... eu... não... eu... não vim aqui pra... eu... eu... e.. o... PSA
com exa... de san...? é... eu...” Instante esse que eu não conseguia sequer
formar uma palavra.
"- Meu
amigo, relaxe e dobre as pernas, por favor!" Retrucou o médico.
Daí em diante a
formalidade já tinha ido pro saco, digo, perto do saco... sei lá...
E o que é pior.
Onde estão todas as brincadeiras que os homens disfarçam para dizer que não
terão medo? Diminuir a luz, pedir um vinho, colocar uma música, segurar no
negócio do médico pra ver se é o dedo mesmo... etc, etc.
Pois é! Nessa
hora, preso àquela sala, não ha tempo pra nada (...)
Eu,
desesperado, dividindo meu pensamento entre sair correndo levantando a bermuda
chutando a porta de vidro branca; fechar meus olhos, apertar bem o esfíncter
ou, radicalizar de vez, cagando no dedo daquele filho da puta diplomado.
"-
Puuuuuuuta Que Pariuuuuu! Porr... não, porra não, é melhor ficar no PQP
mesmo!" Gritei em pensamento.
Lembra daquela
musica que eu não me recordava? Pois então, não sei se fora o estado
psicológico que eu me encontrara naquele instante, mas, agora tenho certeza que
ele assobiara o tema do clássico filme: Tubarão.
Realmente tudo
não durou mais que um ou dois minutos no relógio, mas... pra mim,
matematicamente, foi elevado a eternidade!
"-Meu
querido, pode se recuperar por ai e quando estiver pronto, poderemos
conversar" Dizia o médico em voz alta na sala ao lado.
Depois de tudo
ainda vem querendo agradar(...) "Vá pro diabo que o carregue" pensei
educadamente.
Nada mais
restando a não ser minha dignidade, dirigi-me vagarosamente até a sala onde o
médico me esperava em sua mesa - cantarolando feliz da vida e, imaginei eu que
o FDP poderia estar pensando: mais um, mais um e mais um...
Sentei-me com a
metade da bunda na cadeira que já não era mais tão macia, apoiando-me na mesa
daquele M A R D I T O pra eu não correr o risco de cair. (Era só o que
faltava.)
Por fim, após
uma esclarecedora conversa chegando ao tranquilo veredito de que tudo estava
normal. " Ufa! pelo menos algo de compensador" Pensei.
Despedi-me do
cidadão. Abri a porta, sem olhar para trás, sai lentamente manquitolando
idêntico ao cão na cena do filme Dr. Dolittle. ( Isso, pode rir a vontade... )
O corredor
tornou-se uma pista de atletismo em linha reta. E, quando finalmente abri a
porta, avistei minha querida esposa em pé. Parei e olhei para ela com minha
cara de sofrimento indisfarçável.
Ela que sempre
foi prestativa e quase um anjo perdida na Terra, olhou-me firme por um segundo
e, num flagrante de desrespeito, sem ao menos tentar disfarçar, caiu na
gargalhada que até dava eco na sala.
Ahhhh sua traidora!” Ela me paga, ah se paga!
Eu, tentando
acelerar o passo com aquele monte de requisição de exames nas mãos, sem ao
menos olhar para os lados e torcendo pra não encontrar nenhum conhecido... E,
como se não bastasse, a ardida da recepcionista grita: "-SENHOR, POR
FAVOR, PRECISO CARIMBAR OS PEDIDOS DE EXAME!"
Com a ultima
gota de dignidade, desvio da saída com as pernas juntas pra não escorrer aquela
meleca escorregadia que molhava minha bunda e vou até a recepção - entrego as
folhas gigantes do plano de saúde. Alias, nunca entendi por que tamanho exagero
de folha (?)
Sem ao menos
dizer boa noite à recepcionista, saio tentando manter a postura e entrego as
chaves do carro à minha querida, feliz e encantadora esposa, e digo: "-
Sem qualquer comentário, pergunta ou sinal de sorriso nessa sua raia face...,
por favor!, dirija o mais rápido possível e não pare nem nos semáforos"
Liberdade assistida
A tia exibida do meu amigo João, disse que antes, tudo era bom! Ela tinha uma viril empregada chamada Maria, filha de dona Jandira, dom...
-
chego cedo para não ceder lugar sou sim caminho para o egoísmo eu, tu, ele, nós, vós, eles pessoais e pessoas
-
Por cima dos ombros, mexe nos cabelos e separa as pontas duplas; tira, e ajusta a presilha; prendendo-os em seguida. Solta e volta a separar...