Manhã de inverno. Cidade vazia. Vento gélido.
O sol, fazendo seu esforço.
Nas ruas, todo lixo do dia anterior, que passavam em redemoinhos.
Das pessoas; somente o rastro - o silêncio - as almas presas.
Em algumas horas, serão ouvidos os primeiros passos,
Em algumas horas, serão ouvidos os primeiros passos,
os motores e buzinas dos carros, ônibus e trens amontoando gente... a vida frenética;
Algumas almas, ainda presas no calabouço de sua vontade(...) É sempre assim em qualquer estação!
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